
Segundo, Paulo Gaudêncio o "tédio é a ausência do medo" e isso nos faz pensar que o medo é uma peça fundamental para adquirirmos um prazer na vida. Então, será que é de fato analisarmos que o medo é algo que nos impulsiona, a não sentir o tédio? Como isso acontece nas relações de trabalho? Diante aos fatos é necessário uma requalificação do medo, pois o medo de certa forma cria concepções malignas aos preceitos sociais, assim visando-o de uma forma na qual muitos não querem sentir, mas ao requalificar o medo chegaremos a conclusão que a vida sem um desafio acaba virando algo monótono...monotonia essa, que mais tarde é derivada do tédio. Mas é claro que o estresse é normal.. Pois ele é o fruto da ausência do medo e do desafio. Na verdade o homem tem várias emoções, mas nem todos são vistas de forma prazerosa, talvez assim, se soubermos analisar nossas emoções saberemos entender e olhar o mundo de uma forma crítica e ampla, e consequentemente dando a característica medo a uma forma de desafio. Desafio que nos elevará a um grau de prazer e assim retraindo todo aquele tédio que a sociedade já esta cansada de viver.

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